Apresentação

O presente blog foi criado em Janeiro de 2005.
Tem como linha de orientação não comentar processos ou casos concretos, menos ainda o que tenha a ver com a minha profissão, estando o meu site de Advogado aqui nele se mantendo o mesmo critério.

Canalizo para a rede social Linkedin as notícias que se reportam à vida jurídica internacional. O mesmo faço na rede social Twitter.

Email: joseantoniobarreiros@gmail.com

José António Barreiros




Erro! Blogs apagados...


Desconheço a razão, mas, talvez por erro meu, apaguei a lista de blogs que tinha colocado na lateral deste meu e que regularmente consultava.
No esforço de os reconstituir o elenco, dei com um panorama desolador. O número dos blogs que encerraram ou pura e simplesmente se remeteram para uma ou outra publicação ocasional é hoje impressionante, apagando-se o que era o luminoso panorama nos anos 2005/2008. 
Comecei precisamente em 2005. Houve momentos em que eu próprio contribui para a desertificação da blogoesfera, deixando este espaço ao abandono: razões de excesso de trabalho, de inimizade com o Direito, motivos da minha vida pessoal, concentração em outros projectos de escrita - porque há mais vida para além das leis - enfim, houve de tudo um pouco a explicar o silêncio e onde eu ia encontrar motivo para justificar a má consciência de estar calado.
Reactivei há algumas semanas o Patologia Social. Novas secções, revisão geral das que estavam desactualizadas - vejo que muitos dos congéneres mantêm ligações para sítios inactivos - e sobretudo maior atenção ao que se passa no território jurídico exterior. Mantenho-me fiel ao propósito de tratar aqui apenas do Direito e de que nada se publique tenha a ver com casos concretos sujeitos à Justiça ou com o que é a minha actividade profissional como advogado
Se cometi qualquer omissão quanto à enumeração dos blogs que menciono - e penso que o terei feito - rogo a gentileza de mo fazerem saber. 
A todos quantos continuam, abraço com cordialidade e esperança. E gratidão aos que me visitam. É bom saber que não estamos sozinhos mesmo quando estamos ausentes da casa que construímos.